Uma mente brilhante/ Una mente brillante

Muitos atores realizaram interpretações sensacionais no cinema e foram agraciados com o melhor prêmio que a indústria desse segmento pode oferecer: um Oscar. Até aí, tudo bem. E aqueles que também fizeram o seu trabalho com primazia e, infelizmente, não tiveram o mesmo reconhecimento? São muitos os casos de injustiça. Hoje, citamos o caso de Russel Crowe, no filme Uma mente brilhante, de 2002.

Um trabalho ímpar e fantástico. Sim, a interpretação desse ator foi tão bem feita. Tão digna de aplausos. Tão viva. Como o filme é baseado na história real do matemático John Nash e dos transtornos psiquiátricos que ele tinha, Crowe esforçou-se ao máximo para conseguir chegar o mais perto da realidade. Objetivo atingido.

Vamos ao filme: como citado anteriormente, o roteiro retrata a vida dessa personalidade, que ganhou o premio Nobel de Economia em 1994, desde a época de faculdade até a velhice. Conta, ainda, a história de amor de Nash e Alicia (interpretada pela atriz Jennifer Connelly).

Esquizofrenia

Além das diversas cenas clássicas de Nash realizando cálculos e equações, inclusive na janela do seu quarto na faculdade, o filme foca bastante nas crises de Esquizofrenia pelas quais passava o matemático. Ele acreditava, piamente, que era perseguido, que trabalhava como espião, que devia proteger sua família contra maus elementos.

As tais crises são retratadas de uma maneira bem convincente e, ao assisti-las, justamente se percebe a grande falha do Oscar em não ter presenteado o ator Russel Crowe por sua sensacional interpretação. Na opinião de Mucho Más Cinema, naquele ano, não teve para mais ninguém. Pelo menos, Uma mente brilhante levou o Oscar de melhor filme de 2002.

Em tempo: pelo menos, a atriz Jennifer Connelly recebeu a estatueta por melhor atriz coadjuvante. Sim, a atuação dela também foi excelente.

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Muchos actores realizaron interpretaciones sensacionales en el cine y fueron agraciados con el mejor premio que la industria de ese segmento puede ofrecer: un Oscar. Hasta ese momento, todo bien. ¿Y aquellos que también hicieron su trabajo con primacía e, infelizmente, no tuvieron el mismo reconocimiento? Son muchos los casos de injusticia. Hoy, mencionamos el caso de Russel Crowe, en la película Una mente brillante, de 2002.

Un trabajo impar y fantástico. Sí, la interpretacion de ese actor fue tan bien hecha. Tan digna de aplausos. Tan viva. Como la película es basada en la historia real del matemático John Nash y de los transtornos psiquatricos que él tenía, Crowe se esforzó lo máximo para conseguir llegar lo más cerca de la realidad. Objetivo logrado.

Vamos a la película: como mencionado anteriormente, el guión retrata la vida de esa personalidad, que ganó el premio Nobel de Economía en 1994, desde la epoca de la facultad hasta la vejez. Cuenta, todavía, la historia de amor de Nash y Alicia (interpretada por la actriz Jennifer Connelly).

Esquizofrenia

Además de las diversas escenas clásicas de Nash realizando cálculos y ecuaciones, incluso en la ventana de su cuarto en la facultad, la película enfoca bastante en las crises de Esquizofrenia por las cuales pasaba el matematico. Él creía, piamente, que era perseguido, que trabajaba como espía, que debía proteger su familia contra los malos elementos.

Las tales crisis son retratadas de una manera bien convincente y, al verlas, justamente se percibe la gran falla del Oscar en no haber honrado al actor Russel Crowe por sua sensacional interpretación. En la opinión de Mucho Más Cinema, en aquel año, no hubo para nadie más. Por lo menos, Una mente brillante ganó por mejor película de 2002.

En tiempo: la actriz Jennifer Connelly recibió la estatueta por mejor actriz de reparto. Sí, la actuación de ella también fue excelente.

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